Em cada ataque, sempre vitorioso,
Wu conquistava mais províncias associadas a
Ch'u, às vezes as absorvendo permanentemente, outras, simplesmente as libertando do jugo que lhes era imposto. Ao mesmo tempo, buscou garantir que quaisquer das pequenas mas poderosas províncias que tivessem condições de montar um ataque surpresa a seus domínios tivessem seu potencial militar neutralizado por meio de agressivas ações militares preventivas.
Ho-lü adotou deliberadamente uma
estratégia que objetivava enervar o inimigo e dissipar seus recursos enquanto ganhava tempo para se fortalecer. A estratégia consistia, basicamente, em dividir o exército em três unidades, que eram enviadas, uma de cada vez, à fronteira com
Ch'u. Quando este enviava seus exércitos, a unidade de
Wu recuava, jamais se envolvendo em batalhas prolongadas ou confrontos decisivos.
A mobilidade era essencial para efetuar uma campanha de longo prazo que não apenas tinha objetivos físicos, mas também era focada em:
A estratégia foi implementada de forma a permitir que as forças da província liderada por
Ho-lü pudessem descansar e se recompor e que o inimigo fosse minado e enfraquecido. Além disso, o poder esmagador de
Ch'u e a natureza largamente impenetrável de seu território também estabeleciam a necessidade de se evitarem confrontações precipitadas, nas quais
Wu inevitavelmente veria-se em ampla inferioridade. Por conta disso, inclusive, contemplou a necessidade de
utilizar a seu favor as difíceis características do terreno e dos rios, fazendo com que o inimigo se dispersasse, escolhendo cuidadosamente seus objetivos e
concentrando suas forças repentinamente onde não era esperado.
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