Ocorre que, após um bom tempo (ali por volta de
506 AEC), os regentes de
Ts'ai e
T'ang presos por
Nang Wa são libertos, devido a pressões diplomáticas de uma aliança de províncias setentrionais lideradas por
Chin (esta mesma uma aliada de Wu). Curiosamente,
Chin liderava a coalisão, mas não estava lá muito animada (mesmo sendo bastante poderosa por si só) a iniciar qualquer ação militar contra
Ch'u.
Assim, no final das contas, nenhuma pressão coercitiva (militarmente falando) de verdade foi feita, e a liberação dos prisioneiros deu-se apenas em função:
- do espectro da ameaça que pairava sobre Ch'u por conta da coalisão; e
- de novos presentes oferecidos pelos primeiros ministros de Ts'ai e T'ang, agora irresistíveis aos olhos de Nang Wa.
E se
nenhuma boa ação permanece impune, imagine as más! Não é que, durante o retorno para casa, num ato de vingança por ter sido abandonado no cárcere,
o marquês de Ts'ai ataca a pequena mas antiga província de Shen e assassina seu regente? Lógico que as torcidas da
Flamengo e do
Corinthians, junto com a província de Wu, agradeceram, já que este ato estimulou
Ch'u a agir em represália, iniciando os preparativos para enviar uma força militar punitiva, que chegou a sitiar
Ts'ai.
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